
Os juros compostos são considerados o “motor” dos grandes investimentos de longo prazo. Eles permitem que os juros rendam sobre os próprios juros, criando um efeito de crescimento exponencial. Quando somamos aportes mensais ao cálculo, o efeito se potencializa ainda mais, permitindo acumular patrimônio de forma consistente ao longo do tempo.
Diferente dos juros simples, onde o rendimento é calculado apenas sobre o capital inicial, nos juros compostos o rendimento de cada período é incorporado ao capital, passando a render novamente. Isso cria o famoso efeito “bola de neve” das finanças.
IPCA (inflação): ~ 5,23 % a.a.
(índice acumulado nos últimos 12 meses)
CDI: ~ 12,45 % a.a.
(taxa média usada como referência em renda fixa)
LCI/LCA:
85 % do CDI → ~ 10,58 % a.a.
90 % do CDI → ~ 11,20 % a.a.
Prefixadas até 12,40 % a.a.
Indexadas: IPCA + 6,44 % a.a.
Poupança: ~ 8,43 % a.a.
(regra: 0,5 % a.m. + TR, que gira em ~0,1 % a.m.)
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